quinta-feira, 5 de março de 2026

TESOURO DE EXEMPLOS II (85/88)

 

85. O PAI DA MENTIRA

Vejam só a que ponto chega a ousadia do demônio. Um dia, estava o bispo São Martinho rezando em sua cela. O espírito das trevas apresentou-se-lhe revestido de vestes luminosas, com uma coroa de ouro na cabeça, e aparentando uns modos tão celestiais que teria enganado a qualquer cristão. 

Por duas vezes disse que era Jesus Cristo; mas, como a humildade é o meio mais eficaz de se descobrirem as artimanhas do capeta, o qual é todo orgulho, Martinho não tardou a reconhecer naquela figura pomposa o diabo em pessoa. Dirigiu-lhe, pois, estas palavras:
➖Senhor Jesus, que é todo humildade, não disse que viria vestido de púrpura, nem coroado com diadema de ouro; por isso jamais considerarei como Jesus Cristo quem não. apresentar os símbolos do Salvador padecente e não trouxer no corpo os sinais da Paixão.

Ouvindo essas palavras o velhaco, o mentiroso, o enganador desapareceu, deixando após si um mau cheiro de enxofre insuportável.

86. POR QUE AS TRIBULAÇÕES?

Certa vez um lavrador, que fizera más colheitas, queixava-se, pensando: 'Se Deus deixasse a mim o governo do tempo, tudo iria melhor; porque, está-se vendo, Ele não entende muito do cultivo da terra'. Deus quis mostrar-lhe quanto estava enganado, e disse:
➖ Por este ano eu te concedo o governo do tempo; terás tudo que pedires.

O ingênuo lavrador quase enlouqueceu de alegria, e disse: 'Agora, quero sol!' E veio o sol. Mais tarde disse: 'Venha a chuva! E choveu quanto ele quis. E ia pedindo: de novo sol; de novo chuva. E assim durante o ano inteiro. A plantação crescia, crescia... que dava gosto vê-la. Agora, sim, Deus pode ver como se governa, pensava o lavrador com uma pontinha de orgulho. Chegou o tempo da colheita. As espigas eram grandes, gordas, uma beleza!... Mas colhendo uma, colhendo outra, colhendo um montão - que desgraça! Todas as espigas estavam chochas, sem nenhum grão, tudo palha.

Daí a pouco vem Nosso Senhor ver a colheita e pergunta ao lavrador:
➖ Então, que tal a colheita?
➖ Muito má, Senhor! Muita palha e pouco grão!
➖ Mas não governastes tu o tempo? Não se fez tudo como desejavas?
➖ Sim, tudo... sempre pedi chuva... pedi sol...
➖ Pois é, e nunca pediste vento e tempestade, neve e gelo, e tudo que purifica o ar e torna resistentes as raízes... e por isso não há colheita!

Também na vida espiritual sem mau tempo não se faz boa colheita. Pedis alegria, riquezas, saúde, bem-estar... As raízes das virtudes não penetram em terra firme e não podem produzir frutos. Sem dor, mortificação, tribulações, não ajuntareis méritos para o céu. É preciso aceitar o que Deus nos envia.

87. AS MULHERES SÃO CURIOSAS?

Papírio Pretextato, então menino de doze anos, foi com o pai ao Senado. Tratou-se ali, provavelmente, de algum assunto importante, porque a sessão se prolongou por muito tempo. Voltaram para casa altas horas. A mãe de Papírio, intrigadíssima e curiosa, chamou o filho à parte e o questionou:
➖ Vem cá, meu filho, diga-me: 'De que é que trataram hoje no Senado?'
O pequeno, temendo o rigor excessivo com que, em Roma, se guardavam os segredos do Senado, recusou-se a dizê-lo. Isso, porém, aumentou mais ainda a curiosidade da mãe. Ela instava o assunto e ele calava-se. 

Afinal, em vista dos pedidos, dos mimos e ameaças, o menino fingiu aceder, e disse-lhe ao ouvido, baixinho:
➖ Mãe, vou contar-lhe o que foi, mas a senhora há de guardar rigoroso segredo.
➖ Pois sim, filhinho; eu me calarei, prometo, diga-me então o que foi?
➖ Foi o seguinte: Houve entre os senadores uma grande controvérsia. Discutiram longamente se seria mais conveniente um marido ter duas ou três mulheres ou se, ao contrário, uma mulher ter dois ou três maridos.
➖ Pois bem... e que é que resolveram?
➖ Não ficou resolvido nada; houve muita discussão e o assunto ficou para ser resolvido amanhã, em votação secreta.
➖ Bem, filhinho, não fique com receio, eu saberei guardar segredo como sempre.

Durante a tarde e à noite, a azáfama dos criados foi enorme. Criados saíam e criados voltavam; recados iam e chegavam a todas as principais damas de Roma, nos seguintes termos: 'Olha, Dona Fulana, venho comunicar-lhe, sob rigoroso segredo, que amanhã o Senado tratará do seguinte assunto..., que já está para ser votado. É absolutamente necessário que nos reunamos e juntas possamos ir ao Senado defender os nossos direitos, certo?'

No dia seguinte, estando os senadores reunidos e entre eles Papírio com o seu pai, de repente entrou um batalhão de senhoras que, sem mais preâmbulos e, em altas vozes, expuseram e defenderam com energia que é mais conveniente que cada esposa tenha dois ou três maridos, e não o contrário... Os senadores se prostaram atônitos.

➖ O que é isto? - diziam, olhando uns para os outros - Estas mulheres enlouqueceram? O que significa tudo isto?
Então Papírio, aproveitando um instante de silêncio, contou-lhes o que se passara com ele no dia anterior e como ele, para guardar segredo e livrar-se das insistências de sua mãe, forjara aquela história. Ela, portanto, traindo o segredo, teria pausado todo aquele alvoroço.

Os snadores riram-se a bandeiras despregadas e as damas, todas bastante envergonhadas, abandonaram o recinto.

88. BOM PARA O CÉU

O piedoso bispo Mons. Tissot gozava na Índia de uma bem merecida fama de santidade, zelo e bondade. Ele próprio contou o seguinte episódio. Um dia, por ocasião de uma entrevista com certo governador, este lhe disse:
➖ Monsenhor, vós e vossos colaboradores sois para mim um enigma.
➖ E por que, senhor? - indagou o bispo missionário.

➖ Vede, monsenhor, disse o inglês: Nós recebemos do governo gordos subsídios e das Sociedades Protestantes enormes somas para a nossa propaganda protestante; os nossos ministros e catequistas ocupam posições invejáveis, as nossas diaconisas são abastadas... e entretanto conseguimos bem pouco! Fazemos alguns prosélitos em tempo de carestia ou de processos: terminada a prova, voltam ao paganismo. Vós, missionários católicos, ao contrário, sois pobres, não tendes tais meios, e, no entanto, as vossas obras prosperaram.
➖ Exatamente, senhor. E é porque nós temos um segredo.
➖ Um segredo?! Confiai-me esse segredo.
➖ Com muito prazer. É o seguinte: dou aos meus missionários e às Irmãs de caridade uma veste pobre, um leito duro, arroz de terceira qualidade... Faço-os levantar-se de madrugada, deitar-se tarde, trabalhar quase sem descanso...

O governador interrompeu-o:
➖ E, todavia, monsenhor, todos perseveram e morrem em seu posto; ao passo que os nossos ministros e as nossas diaconisas não querem demorar-se aqui e estão sempre a pedir para regressar à pátria.
➖ Ah! é verdade, senhor governador; mas, como já vos disse, tenho um segredo. Dou aos meus uma letra de banco, assim redigida: 'Bom para ser recebido no Céu'. Eis, meu caro, o que nós bispos fazemos e que vós não podeis fazer..

(Excertos da obra 'Tesouro de Exemplos' - Volume II, do Pe. Francisco Alves, 1960; com adaptações)

quarta-feira, 4 de março de 2026

10 VEZES AMÉM (E 1 NÃO AMÉM) NA SANTA MISSA


Durante a celebração usual da Santa Missa, o fiel é conclamado a responder Amém pelo menos 10 vezes, nas seguintes ocasiões:

1. No início da Celebração:

'Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo' –  Amém.

2. Na oração que conclui o Ato Penitencial:

'Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe o nossos pecados e nos conduza à vida eterna' –  Amém.

3. Na conclusão da Oração da Coleta:

'... por todos os séculos dos séculos' –  Amém.

4. Depois da conclusão feita pelo sacerdote após a Oração dos Fiéis:

'...Por Cristo, nosso Senhor' –  Amém.

5. Após a conclusão da Oração sobre as Oferendas pelo sacerdote:

'...Por Cristo, nosso Senhor' –  Amém.

6.  No final da Oração Eucarística:

'Por Cristo, com Cristo, em Cristo…' –  Amém.

* Ao final da Oração do Pai Nosso: 

'e livrai-nos de todo o mal' –  SEM Amém.

7. Na conclusão das Orações que se seguem ao Pai Nosso e imediatamente antes do Rito da Paz:

'...Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo' –  Amém.

8. Durante a comunhão, no ato de recebimento da Santíssima Eucaristia:

'Corpo de Cristo' ou 'Corpo e Sangue de Cristo' –  Amém.

9. Ao final da Oração depois da Comunhão:

'... Por Cristo, nosso Senhor' –  Amém.

10. Como resposta à bênção final dada pelo sacerdote:

'Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo' –  Amém.

Um Amém fecha a Oração do Credo e outro Amém conclui o Hino do Glória (recitado ou cantado), quando incluídos no rito litúrgico. No caso de uma bênção solene, o sacerdote, antes da bênção final, faz comumente três invocações litúrgicas, ao que os fieis respondem também com um Amém ao final de cada uma delas (10 Améns que podem ser 15...)

terça-feira, 3 de março de 2026

PALAVRAS DE SALVAÇÃO

Um mau pensamento é como a mostarda amarga que deixa a alma amarga e aviltada. Os maus pensamentos são os líquidos densos que uma pessoa, às vezes, precisa. Apesar de não serem muito bons para nutrir o corpo, eles ainda são benéficos para a purgação e cura tanto do corpo quanto da mente. Embora os maus pensamentos não alimentem e curem a alma como o óleo dos bons pensamentos, eles ainda são bons para a purgação da alma, assim como a mostarda é boa para a purificação do cérebro. Se os maus pensamentos não aparecessem, de vez em quando, os seres humanos seriam anjos e não humanos, e eles poderiam pensar que conseguiriam tudo por si próprios. Portanto, para que um homem possa compreender suas fraquezas, que vêm dele mesmo, e a força que vem de mim, é algumas vezes, necessário que minha imensa misericórdia permita que seja tentado por maus pensamentos. Contanto que a alma não consinta com eles, serão uma purificação para a alma e uma proteção para suas virtudes. Embora eles possam ser tão picantes ao ingerir quanto a mostarda, ainda são muito saudáveis para a alma pois a conduzem à vida eterna e ao tipo de saúde que não se obtém sem alguma amargura. Então, deixe que os vasos da alma, onde são colocados os bons pensamentos, sejam cuidadosamente preparados e sempre mantidos limpos, já que é útil que mesmo os maus pensamentos apareçam tanto para uma provação como para se obter maior mérito.

(Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo a Santa Brígida da Suécia)

segunda-feira, 2 de março de 2026

SOB O OLHAR DE DEUS


Vosso olhar, meu Deus, não é apenas agradável: é benéfico. Ele não nos acha bons apenas, ele nos torna bons. Olhar com amor e criar e enriquecer as vossas criaturas é sempre a mesma coisa para Vós, meu Deus. Que o vosso olhar se digne a voltar-se para a minha alma e nela pousar suavemente... Nada me agrada mais do que saber que estou sob a atenção dos vossos olhos. Parece-me assim que devo ter sempre o mais profundo respeito e a mais humilde modéstia. Quanta luz não encontro no vosso olhar! Ele ilumina o meu caminho, me ensina o verdadeiro valor das coisas e me faz ver se elas podem ser meios ou obstáculos para mim. E, por outro lado, me permite levar essa luz a outras pessoas. Sem ela, eu não seria mais do que escuridão. Ó, bendito olhar do meu Deus, queria vos ter fixado em mim para todo o sempre!

Vosso olhar, ó meu Deus, não é um olhar externo para a minha alma; é interior, no mais íntimo de mim. A alma tem a impressão de ser devassada pelo vosso olhar de dentro para fora. Isso é a verdade. Esse olhar sois Vós, ó meu Deus, que faz morada em minha alma e que a ilumina ao mesmo tempo em Vós, nela mesma e em todas as coisas. A alma está consciente dessa luz interior que se assemelha a um cristal muito puro que, exposto diretamente ao sol, torna-se cintilante pelos raios luminosos, e sabe disso. Mas essa é ainda uma comparação muito tênue porque a alma é espírito e Deus é espírito. E nada pode dar sequer uma ideia aproximada do que acontece na dimensão da luz, quando Deus invade uma alma e a toma para si. Ele, que é a verdade absoluta! Bem aventurada é a alma sem defeito e sem mancha que os raios divinos podem iluminar em plenitude! E como é suave ver a Deus em si mesmo assim! Já é um prenúncio do Céu...

(Excertos da obra 'A Vida Oculta em Deus', de Robert de Langeac, texto traduzido integralmente e disponível na Biblioteca Digital deste blog)

domingo, 1 de março de 2026

EVANGELHO DO DOMINGO

 

'Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça,
venha a vossa salvação!(Sl 32)

Primeira Leitura (Gn 12,1-4a) - Segunda Leitura (2Tm 1,8b-10) -  Evangelho (Mt 17,1-9)

  01/03/2026 - SEGUNDO DOMINGO DA QUARESMA

A TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR


'Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha' (Mt 17,1). Uma alta montanha, o Monte Tabor. Como testemunhas da extraordinária manifestação da glória celeste e da vida eterna em Deus, Jesus conduz os três apóstolos escolhidos para o alto, numa clara assertiva de que é por meio da profundo recolhimento interior e da elevação da alma muito acima das coisas do mundo é que podemos viver efetivamente a experiência plena da contemplação de Deus.

'E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz' (Mt 17,2). No mistério da transubstanciação do Senhor, os apóstolos testemunharam antecipadamente alguma coisa dos mistérios de Deus. Algo profundamente diverso da natureza humana, pois nascido direto da glória de Deus. Algo muito limitado da Visão Beatífica, posto que deveria atender sentidos humanos: 'nem o olho viu, nem o ouvido ouviu, nem jamais passou pelo pensamento do homem o que Deus preparou para aqueles que O amam' (1Cor 2,9). Ainda assim, algo tão extraordinário e consolador, que perturbou completamente aqueles homens e, ao mesmo tempo, os moldou definitivamente na certeza da vitória e da ressurreição de Cristo.

'Nisto apareceram-lhe Moisés e Elias, conversando com Jesus' (Mt 17,3). A revelação da glória de Deus é atestada pela Lei e pelos Profetas, pelo Senhor da vida e da morte, pelos textos das Sagradas Escrituras. Naquele momento, se fecha a Lei e a morte (com Moisés) e se cumprem todas as profecias e se impõe a vida eterna em Deus (com Elias, que ainda vive). E, para não se ter dúvida alguma, Deus se pronuncia no Alto do Tabor em favor do Filho: 'Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!' (Mt 17,5).

Do alto do Tabor, a ordem divina ecoa pelos tempos e pelas gerações humanas a todos nós, transfigurados na glória de Deus pelo batismo e herdeiros do Tabor eterno: 'Escutai-o!' Como batizados, somos como os apóstolos descidos do monte e novamente envoltos pelas brumas e incredulidades do mundo. Pela transfiguração, entretanto, somos encorajados a vencer o mundo como Cristo, a superar a fragilidade de nossos sentidos, a elevarmos nosso pensamento às coisas do Alto, a manifestar em nós a glória de Deus como primícias do Céu, sob a divina consolação: 'Levantai-vos e não tenhais medo' (Mt 17,7).

sábado, 28 de fevereiro de 2026

GALERIA DE ARTE SACRA (XLIV)

São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem Dominicana, nasceu em 24 de junho de 1170, na Espanha. Certa ocasião, Nossa Senhora apareceu e lhe entregou o Rosário, instrumento que passou a utilizar exaustivamente em suas pregações para converter milhares de hereges à Fé Católica. Faleceu no dia 6 de agosto de 1221, aos 51 anos de idade, sendo canonizado pouco tempo depois, em 1234, pelo Papa Gregório IX. Em muitas pinturas tradicionais do santo, chama a atenção a figura singular de um cão com uma tocha na boca aos pés do santo.


Trata-se do chamado Domini Canis - o cão do Senhor, um dos atributos associados a São Domingos, diretamente relacionado a um episódio antes do nascimento do santo. Durante a gravidez, a sua mãe teve uma visão: sonhou com um cão que, com uma tocha na boca, saía do seu ventre e parecia querer incendiar o mundo. O significado atribuído a esta visão é que ela iria dar à luz um pregador eminente, o qual, com a sua palavra flamejante, converteria os pecadores e derramaria sobre a terra o fogo de Cristo.

A designação Domini Canis permite estabelecer um jogo de palavras. De fato, Domini (em latim 'do Senhor') e Canis ('cão' em latim) seria , então, o Cão do Senhor. No entanto, se juntarmos as palavras domini + canis, tem-se a palavra dominicanis, ou seja, dominicanos.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

ORAÇÃO DE SÃO BENTO PELAS GRAÇAS DE DEUS

Pai santo e misericordioso,
concedei-nos intelecto para vos compreender,
razão para vos discernir, diligência para vos buscar,
sabedoria para vos encontrar, espírito para vos conhecer
e um coração para meditar em Vós.

Que nossos ouvidos vos ouçam,
que nossos olhos vos contemplem
e que nossas línguas vos proclamem.

Dai-nos a graça de que nossa maneira de viver vos seja agradável,
que tenhamos paciência para vos esperar
e perseverança para vos buscar.

Concedei-nos um fim perfeito: vossa santa presença,
uma ressurreição bendita e a vida eterna.
Isso vos pedimos por Jesus Cristo, nosso Senhor.
Amém.